Presentes em todas as Copas do Mundo femininas desde a edição inaugural, em 1991, as norte-americanas ainda precisam se classificar para a edição de 2027, no Brasil. Para isso, têm de ficar entre as quatro seleções mais bem colocadas do Campeonato da Confederação de Futebol das Américas do Norte, Central e Caribe (Concacaf), que elas mesmas sediarão, entre os dias 27 de novembro e 5 de dezembro.
“Que experiência pode ser melhor do que estarmos aqui para enfrentar o Brasil, na casa delas e onde será a Copa do Mundo? Acho que temos que aproveitar o máximo da experiência. As viagens, os trajetos de ônibus, os treinos e tudo que o país tem a oferecer. Acredito que a atmosfera será incrível”, projetou Heaps.
“O futebol feminino, hoje, é uma indústria multibilionária. Está se tornando um grande negócio. É o esporte que mais cresce no mundo. O investimento no esporte feminino é um investimento inteligente. Espero que [a Copa] traga [ao Brasil] mais investimento nos clubes, maior profissionalização. E o mais importante: que as meninas sigam jogando o máximo de tempo possível. Sei que o Mundial trará um impacto massivel ao país. E estou ansiosa para isso”, destacou Hayes.
Apesar do histórico negativo em decisões contra os Estados Unidos, com derrotas nas finais olímpicas de Atenas (Grécia), Pequim (China) e Paris (França), o Brasil levou a melhor em dois títulos que disputou em casa contra as rivais. Em 2007, as brasileiras conquistaram a medalha de ouro dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro goleando as norte-americanas por 5 a 0 no Maracanã.
Já em 2014, o empate sem gols no Mané Garrincha deu o título do Torneio Internacional de Brasília à seleção canarinho, beneficiada pela melhor campanha ao longo da competição amistosa. Aquele foi, inclusive, o último encontro entre as equipes em solo brasileiro.
Além da partida na Neo Química Arena, Brasil e Estados Unidos se enfrentam na próxima terça-feira (9), às 21h30, na Arena Castelão, em Fortaleza.
Fonte: Agência Brasil
